terça-feira, 16 de outubro de 2018

Parabéns! Alunos de jornalismo são finalistas no #BeTheBoss2018

|0 comentários

Alunos do 6º período de Jornalismo ficaram entre os 12 finalistas no #BeTheBoss2018, programa de desenvolvimento de startups digitais, desenvolvido pela Uniso em parceria com o Sebrae. O projeto que os estudantes apresentaram no auditório do bloco F, Cidade Universitária, é um aplicativo que conecta pessoas que querem empreender e empreendedores a possíveis investidores. Após a apresentação dos 12 finalistas, a comissão avaliadora selecionou os ganhadores do primeiro, segundo e terceiro lugar, analisada de acordo com o ranqueamento de pontuação (de 1 a 5), baseado nos critérios: Negócio (conhecimento do problema, público-alvo, modelo de negócio e mercado); Solução (coerência entre problema e solução, grau de inovação e estágio do projeto) e Equipe (complementaridade da equipe e perfil empreendedor do representante).

Saiba mais sobre o Creative Hub:




Texto: Giúlia Henriane - Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso) Foto e vídeo: Jéssica Meira - Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)

Semana Jurídica se encerra discutindo transformações nos 30 anos da Constituição

|0 comentários


Há 30 anos, no dia 5 de outubro, nascia a principal norteadora dos direitos e deveres do País, a Constituição Federal Brasileira, trazendo com ela novas esperanças e o desejo de ordem e progresso, assim como expresso na bandeira nacional.

“O Brasil vive de altos e baixos”, com esta frase, o professor e mestre de cerimônias Alexandre Junger de Freitas, abriu a noite de sexta feira (05), último dia de palestra da Semana Jurídica da Universidade de Sorocaba. O evento é organizado pela coordenação do curso de Direito em parceria com o Centro Acadêmico de Direito (CAD).

Em seu discurso inicial, Alexandre se lembrou de momentos importantes que marcaram a história da Constituição de 88 e falou sobre as ameaças à carta, “Os dois candidatos que estão a frente destas eleições têm como proposta a instauração de uma nova constituinte. Não estamos em um momento propício a isso. No aniversário da constituição, ela está sendo ameaçada de morte. Não tenho muitos motivos para comemoração, infelizmente”.

A palestrante da noite, professora e doutora em Direito do Estado pela USP, Irene Patrícia Nohara, levou à tona questionamentos sobre cidadania e a Constituição, assim como evoluções tecnológicas inseridas neste contexto, com a temática: “Transformações tecnológicas e desafios da cidadania nos 30 anos de Constituição Federal”. Partindo de opinião semelhante à do professor Alexandre, Irene também refletiu sobre essa possibilidade de uma nova constituição. Não sou favorável a uma nova constituinte nesta situação de instabilidade econômica. Duvido que surja algo melhor neste contexto. Será um remendo incontrolável, vai haver uma suspensão de direitos e garantias fundamentais, se houver uma Constituição neste grave contexto de instabilidade, em que as pessoas votam mais por medo do que para buscar a solução para o país. Não é o momento oportuno para se falar em constituinte, na minha opinião”.

Alunos de direito participam ativamente das discussões
Assuntos atuais e polêmicos tornaram a noite ainda mais reflexiva para os alunos, professores e convidados presentes, assuntos como a situação tecnológica do Brasil e a necessidade de estímulo à formação e ao fortalecimento da inovação em empresas. O papel do Estado é fundamental neste impulsionamento das tecnologias empresariais, para alavancar também a economia do país. “As pessoas estão no desemprego, trabalhando 15 horas por dia, sem dinheiro, sem tempo, com salário comprometido. Como vamos aquecer o mercado? É necessário que o Estado estimule a inovação, pois sem inovação o país fica dependente das trocas comerciais. A emenda constitucional 85/2015 trouxe essa visão”. Segundo Irene, cortar a receita para pesquisa é “dar um tiro no pé” do próprio país. É preciso alcançar essa independência tecnológica e inovadora.

Alunos questionaram a palestrante sobre o papel do direito, acerca da situação do país, seja ela política, tecnológica ou social. Em resposta, Irene afirmou que não adianta depositar no judiciário todas as expectativas, ele não tem esse papel. Sabe-se que ajustes precisam ser feitos e esse é o lado ruim, mas o lado bom é que há a possibilidade de eleger representantes e exigir as transformações necessárias ao país.




Texto e fotos: Jéssica Meira – Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Dia do professor motiva reflexão sobre a missão de educar

|0 comentários


Com início no Brasil Imperial , em 1827, o Dia do Professor foi instituído com o objetivo de tornar a educação mais acessível no país. Porém, mesmo com essa acessibilidade, a profissão não é valorizada como deveria, ainda que todas as outras áreas dependam dela para existir.

“Hoje, o maior desafio de ser professor é a desvalorização da profissão e do conhecimento no nosso país, por parte dos alunos com a indisciplina e dos pais que não confiam no nosso estudo.” É assim que Patrícia Ribeiro, que leciona há quase 20 anos e atualmente atua no Ensino Médio de uma escola privada de Sorocaba, enxerga o obstáculo atual do magistério. Portanto, não basta a desvalorização do ensino por parte dos gestores públicos, o professor ainda tem que lidar com alunos que o desrespeitam e pais que duvidam.

Por outro lado, ao serem constantemente desafiados, docentes se desdobram para manterem a motivação, inspirações e memórias positivas. O incentivo de alguém para seguir a carreira, por exemplo, costuma ser considerado valioso e guardado na lembrança. Fernando Negrão Duarte, que está nesta área desde 1996, foi incentivado por um profissional a ensinar num curso de Fotografia, em torno dos seus 18 anos. “Ele veio me perguntar se eu poderia dar aula e eu não tinha a mínima ideia do que era dar aula porque, até então, eu era aluno”, e nessa oportunidade que o professor Fernando montou a sua primeira apostila com o auxílio e inspiração de um antecessor que acreditou nele.

E para quem deseja seguir essa carreira, Negrão enfatiza cinco exercícios diários: a paciência, para lidar com o ambiente diverso que é a sala de aula, onde emoções, sensações e desejos se manifestam em todos de maneiras diferentes; entusiasmo, que, como ele mesmo explica “se você perder o entusiasmo, você contamina o aluno, e a classe percebe”; a vontade de ensinar, porque só o aspecto financeiro não é o bastante; estudar sempre, já que os alunos têm acesso às mesmas informações de quem dá a aula, portanto, é preciso estar atualizado; e aprender com o aluno, “se você não volta pra casa com alguma coisa que você aprendeu com o aluno naquele dia, não valeu a pena ter saído de casa”, conclui o professor.

Dentre todos esses aspectos, ser professor é considerada a “profissão do futuro”, como entende Marisa Telo, professora formada há 25 anos em Letras pela Universidade de Sorocaba. É “do futuro” porque é a única maneira sensata de resolver os problemas do presente, de desigualdade, violência e desrespeito. É “do futuro” porque todos que se envolvem com o ensino, o levam pra vida, para o futuro.

“Educar é uma missão”, como diz Alessandra Costanzi, professora da rede privada de Sorocaba, atuante no Ensino Fundamental. A escola é o primeiro ambiente de socialização, “essa criança carrega toda uma educação proposta pela família da qual ela vem, de quais limites foram impostos a ela”, continua a professora. Para ela, é na escola onde se aprende a lidar com as primeiras diferenças de idade, comportamento e, principalmente, as formas de ensinar vindas do ambiente familiar.

Alessandra destaca como gratificante apoiar o aluno a superar seus obstáculos, e ao ajudá-lo a traçar seus caminhos, sua vida é marcada (professor ou aluno), em qualquer aspecto que seja.  Com este alcance na relação, “Se estabelece um laço de carinho”, complementa Marisa Telo.  A relação professor-aluno é mútua, porque é impossível emitir uma mensagem, sem que tenha alguém para recebê-la.

E hoje, no Brasil Republicano, em que, além das dificuldades já mencionadas do início deste texto, muitos ainda não conseguem enxergar que a educação é a base para progredir, e, sem ela, não existe ordem. Mesmo assim, o professor faz parte da história, é ele quem conta, explica e reexplica, se necessário. Muitos atravessam quilômetros pra dar aula sem lousa e sem livro. E mesmo para os que não percorrem essa distância, o esforço está no dia a dia, na rotina que se desdobra para ensinar.

Seja por pura vocação ou porque ensinar se tornou meta na vida, professores seguem enfrentando desafios e marcando a vida de alunos, afinal, todos costumam ter histórias especiais de pelo menos um professor guardado no coração.



Texto: Bruna Deroldo – Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)
Foto: Divulgação - Freepik

domingo, 14 de outubro de 2018

Aquarela e as cores presentes na minha alfabetização

|0 comentários

Uma homenagem de uma futura jornalista à professora que incentivou o gosto pela leitura



Aprender a ler é redescobrir e descobrir o mundo, podemos tocar o conhecido e o desconhecido. Ler, sem dúvida, abre infinitas possibilidades, muitas vezes, lembra a arte. As palavras pincelam os seus significados na mente e algumas marcam para sempre suas cores no coração.


Desde pequena, os livros pareciam sorrir para mim. Até os seis anos, as ilustrações me alegravam, mas aos sete anos foi quando tudo começou a fazer sentido. Eu tinha uma professora especial, tão especial que nunca conheci outra pessoa com o nome dela, o seu nome era Aletéa.  

Bonecos ampliam experiência de leitura para crianças
A professora Aletéa era atenciosa e divertida, muitas vezes eu a deixava embaraçada fazendo muitas perguntas. Sorte dela que a nossa sala tinha poucos alunos, mas eu valia por dois. Foi por sugestão dela que começamos a ler um livro chamado “Lolo Barnabé”, de Eva Furnari, e isso, até hoje faz parte das minhas recordações especiais da infância e do meu processo de alfabetização.

O livro conta a história de uma família primitiva e alegre, porém, insatisfeita. Lolo Barnabé, o personagem principal, começou a inventar os bens materiais com a intenção de oferecer conforto à sua família e assim se desenrolava a história que prendia nossa atenção.

Cada aluno tinha o seu livro. Aletea leu toda a história e dizia para a gente prestar atenção na nossa amiga chamada vírgula, e também na outra chamada entonação. Sentávamos em roda perto da horta da escola e foi ao lado dessa horta e de meus colegas que cultivei a ousadia de errar e acertar, quando aprendi a ler em voz alta.

Entre gaguejos e risadas, tropeçava nas palavras, foi na brincadeira que aprendi a ler, Aletea não me deixava desistir de nenhuma palavra, até que fosse corretamente pronunciada. Ela também não deixava que eu atropelasse nenhuma vírgula ou ponto final e o meu orgulho foi saber que eu já era amiga da entonação.

Ler é uma arte, ensinar faz parte dessa arte. Professores despertam as cores do saber e das palavras em crianças, jovens e adultos. Bons professores dividem o conhecimento e apreciam os resultados com amor, insistem em diluir as cores do próprio saber no intelecto dos alunos para que deles surjam novas cores e grandes saberes.

Jamais esquecerei do rosto, da voz e das palavras e ensinamentos de Aletea, uma professora especial da escola que, não por acaso, foi batizada de Aquarela. Gostaria muito que ela soubesse que as cores daquela escola, estavam dentro dela e nas minhas melhores memórias.


Texto e fotos: Vivian Helen – Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

32ª Semana de Letras da Uniso tem início com o autor de Noite do Beijo e o cantor Beto Costa

|0 comentários


A 32ª Semana de Letras da Universidade de Sorocaba teve início nesta segunda-feira (1º), no Campus Trujillo, e contou com as presenças do cantor, músico e compositor Beto Costa e de Carlos Batistella, autor do livro Noite do Beijo. A abertura do evento foi feita pelo reitor da Uniso, Rogério Augusto Profeta, falando sobre a importância do curso de Letras na educação e ilustrou suas falas com a canção “O que será?”, apresentada em um clipe musical de Milton Nascimento e Chico Buarque.

Carlos Batistella explica a repercussão da
Noite do Beijo nos jornais 
Na sequência, após à apresentação da mesa, Carlos Batistella contou sobre a noite do beijo, evento que aconteceu no dia 7 de fevereiro de 1981 em Sorocaba,  “onde mais de 5 mil jovens resolveram se manifestar em pleno regime militar para pedir ‘de volta’ um direito retirado depois que um mandado judicial que proibiu o beijo entre casais em público.”

“O movimento foi feito de boca a boca. Procuramos os grupos de teatro amador, da Oposição Metalúrgica, entidades universitárias, jornalistas etc. Como o juiz que assinou a lei se chamava Manuel Moralles, alguém deixou em um muro: ‘o beijo é um negócio sem Moralles, né, mané?’. Esse era o nosso jeito de lutar contra aquilo, aquele atraso sem tamanho”, explicou o atual diretor de artes.

Outro método para informar sobre o evento foi usar o mimeógrafo de um professor para imprimir panfletos. “Não tínhamos internet na época, a comunicação era mais difícil”. Em entrevista ao Focas na Rede, Bastistela refletiu sobre os desafios do amor não apenas nos tempos da ditadura, mas também nos dias de hoje. “Não podemos achar que o amor é um documento como uma relação burocrática. Dessa forma, o amor não terá significado”, pontuou.

Para finalizar a primeira noite da Semana de Letras, o cantor Beto Costa se apresentou fazendo uma homenagem à cantora Zizi Possi.

Autores que participaram da Noite do Beijo participam de
roda de conversa na Uniso - Trujilo



Texto e fotos: Augusto Cesar  - Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Advogados abordam a prática do Direito em temas atuais e a defesa do ex-deputado “Tiririca” no primeiro dia da Semana Jurídica

|0 comentários


Os alunos do curso de Direito da Uniso receberam os advogados Rodrigo Gomes Monteiro e Rodrigo de Campos Costa para debater Direito Eleitoral e Direito Penal na 24ª Semana Jurídica, que se iniciou na segunda-feira (1°) no bloco F do Campus Cidade Universitária. O evento é organizado pelo Centro Acadêmico e nesse ano, em especial, comemora os 30 anos da Constituição Federal, promulgada em 05 de outubro de 1988.

O professor Rodrigo de Campos Costa é delegado da Polícia Federal e especialista em Direito Penal e Processo Penal. Ele frisou a importância de se compartilhar o conhecimento com os alunos, tanto na palestra como em sala de aula, onde, além de oferecer muito conteúdo teórico, tenta sempre apresentar a aplicação do tema tratado. “É extremamente importante trazer o dia a dia, sair um pouco da dogmática e trazer a prática. Na medida em que você vê a integração de informações, ouve um outro tema que não afeta a sua área e tenta aprender alguma informação a partir disso e praticar”, destaca o delegado.

O professor Rodrigo de Campos Costa fala sobre
a experiência na Polícia Federal
Durante a palestra, Costa mostrou aspectos práticos e operacionais da lei 12850/13, que trata de ferramentas de investigação e tipifica as organizações criminosas. Ele falou também sobre a finalidade do processo penal, as técnicas especializadas de investigação diante das organizações criminosas e contextualiza o uso de tecnologias e as novas metodologias em favor das investigações na Polícia Federal.

O ex-aluno da 3ª turma de Direito e também ex-professor da Uniso, Rodrigo Gomes Monteiro explicou o Direito Eleitoral, área que acredita não ter muita concorrência. “Essa é uma especialidade no curso de Direito que poucos profissionais acabam seguindo. Eu sou um dos raros advogados nesta área que está aqui em Sorocaba. Então, eu até estimulo os alunos a estudarem, porque a concorrência é muito pequena e num mercado de trabalho muito acirrado, você consegue se destacar”. Ele também afirma a relevância em fazer com que o aluno continue mantendo o entusiasmo pela busca do conhecimento. “Sai um pouquinho daquele enquadramento de aula regular.  Aqui, é multidisciplinar como nós vimos no dia de hoje”, diz Monteiro.

Defesa de Tiririca

Rodrigo Gomes Monteiro conta o caso "Tiririca" para
os alunos de Direito
O advogado conta ainda da experiência defendendo o ex-deputado estadual Francisco Everardo Oliveira Silva (Tiririca), acusado de apresentar declaração de alfabetização falsa. “Realmente, em 2010 foi a primeira disputa eleitoral do Francisco Everardo, o Tiririca, e, não que eu o defenda como político, mas ali ele estava sendo acusado de ter falsificado uma declaração de alfabetização. Nós conseguimos a absolvição dele porque a Justiça Eleitoral entendeu que na verdade ele não falsificou aquela declaração. Ele tinha noções rudimentares de leitura e escrita, como tem a maioria da população brasileira. Ele não sabia ler com desenvoltura e escrever, mas o básico, como palhaço e como cidadão duma cidadezinha muito pequena do Ceará, Itapipoca, ele tinha essas condições mínimas e, por isso, foi absolvido”.

A Coordenadora do curso de Direito da Uniso, Patricia Maranzano encerrou o primeiro dia da Semana Jurídica agradecendo a participação dos presentes e aos especialistas. “A palestra nos enriqueceu muito”. Ela também salientou a comemoração dos 30 anos da Constituição Federal, “é mais que especial, então os participantes (palestrantes) foram escolhidos a dedo para que pudessem abrilhantar ainda mais a semana”, completou Maranzano.

Durante a programação serão tratados temas atuais, que o aluno não vê em sala de aula como a Lava Jato, Delação Premiada, reconhecimento da diversidade e Direitos Humanos, por exemplo. “A Semana Jurídica é uma semana de reflexão, tanto para aluno quanto para professor, traz temas novos, que são discutidos na sociedade hoje, que a mídia traz, para debater academicamente aqui na Uniso, principalmente pelos 30 anos da Constituição Federal”, evidencia Maranzano.

Estudantes de Direito assistem a abertura da 24
Para Talita Bedinelli, 25, aluna do 2º período de curso de Direito, “a semana jurídica é muito importante, porque busca agregar uma visão diferente das que temos na sala de aula, com assuntos diferentes dos tratados no dia a dia acadêmico. Trazendo mestres e assuntos atuais, prende a atenção dos alunos e faz com que consigamos nos atualizar sobre assuntos que conhecíamos superficialmente”.

O Supervisor de RH, estudante, também, do 2º período de Direito, Felipe Bellentani, devido a rotina com recursos humanos e relações trabalhistas, escolheu o curso por se interessar e estar em contato diariamente com o Direito do Trabalho. Mesmo com alguma experiência na área, Bellentani acredita que o que mais chama a atenção durante a Semana Jurídica é poder estar em contato com outras vertentes como o Direito Digital, simulação do júri ou questões relacionadas ao testamento, por exemplo. “Participar dessas discussões eu acho que é bem interessante, contribui demais porque traz informações diferentes das que eu já vejo no dia a dia. Assiste ativamente à formação, principalmente pela diversidade de temas”, reflete Bellentani.



Texto e fotos: Giúlia Henriane - Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)

Alunos da Uniso conhecem avanços do setor industrial no Innovation Day

|0 comentários


A inovação atraiu alunos dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas da Uniso à fábrica da CNH Industrial em Sorocaba, para o Innovation Day. O evento, ocorrido na última quinta-feira (27), foi novidade da empresa e convidou a comunidade a entender melhor como desenvolve a inovação tecnológica em seus negócios.

A CNH Industrial é uma empresa multinacional de fabricação de motores, equipamentos de construção e marítimos. No ano passado foi eleita pelo Prêmio Valor Inovação Brasil como uma das 150 empresas mais inovadoras. Entre as empresas de capital privado, ela é a que possui maior número de patentes registradas no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual).

Representante da CNH explicando o funcionamento de
algumas máquinas produzidas pela empresa
O objetivo do Innovation Day, segundo Jorge Görgen, gerente de comunicação da empresa, foi não apenas mostrar para a sociedade o trabalho da empresa no que envolve inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, mas buscar promover uma integração com a sociedade em vários aspectos, tanto do meio acadêmico quanto do profissional, ou do próprio Estado. “São vários agentes de integração que propiciam um ambiente que depois podem resultar em alguma inovação, seja agora ou no futuro”, ele explica.

A programação do Innovation Day contou com apresentações dos engenheiros-chefes da indústria nos setores agrícola, de construções, transporte, telemetria, agricultura de precisão e energia, que mostraram algumas das novidades tecnológicas com as quais estão trabalhando. Além disso, houve palestras sobre inovação, e o evento se encerrou com uma visita à fábrica.

Para o presidente da CNH Industrial na América Latina, Vilmar Fistarol, promover uma interação com a comunidade através de um evento como esse cria um ambiente propício para integrar uma diversidade de pessoas e ideias em função da inovação, “produzindo ideias que se transformem em inovação e depois essa inovação possa efetivamente ficar a serviço da comunidade como um todo”.

A Uniso não foi a única universidade a marcar presença no evento. Jorge Görgen diz que a interação com o meio acadêmico é importante não apenas no que diz respeito a pesquisadores e laboratórios, mas também aos próprios estudantes, que podem ser agentes da inovação no mercado de trabalho num futuro próximo. “Isso aproxima o aluno ainda mais de diversos setores do mercado de trabalho, e eu aprendi que uma ideia pode transformar a vida das pessoas”, comenta Matheus de Queiroz Antunes, de 18 anos, estudante do primeiro semestre de jornalismo.



Texto: Antony Isidoro e Isa Feijó  Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)
Fotos: Antony Isidoro e Larissa Amâncio  Agência Experimental de Jornalismo (AgênciaJOR/Uniso)