quarta-feira, 9 de março de 2016

Alunos de escola estadual conhecem estúdio de TV da Uniso

“A gente tem um projeto de convivência na escola. Como passamos muito tempo ali dentro, decidimos trabalhar com assuntos que eles nunca viram”, diz a professora Maria Antônia Quesada, que leciona a disciplina de artes. Ela conta que as crianças irão trabalhar em um curta para participar de uma mostra, que irá acontecer no dia 31 de março, e que as filmagens são feitas com câmeras caseiras durante o período das aulas.
“O objetivo é que eles percebam suas potencialidades para que acreditem neles e sigam em frente. Eles admiram quem lê, escreve e é isso que querem para a vida”. Sobre a iniciativa de conhecer o estúdio da Uniso e conhecer o “por trás das câmeras”, a professora descreve como uma oportunidade para eles não somente aprenderem, mas conhecerem uma realidade distinta. “Eles veem que o aprender vai além do caderno, do livro. A gente derrubou as paredes, transformamos o aprender em algo que eles podem levar para a vida”.

Coordenador do laboratório de televisão e apresentador do Uniso Comunidade, o professor Fernando Negrão apresentou aos estudantes um pouco da produção do programa, como são aplicados os efeitos, os tipos de câmeras utilizadas, além de trabalhos dos alunos de Publicidade e Propaganda. “O estúdio da Uniso tem um padrão profissional. Então quando eles veem a produção por trás das câmeras não quebra a magia, mas aumenta o encanto”, diz Negrão, que ainda ressaltou as importâncias e os reflexos da visita nos alunos. “Eles assistiram produções e gostaram porque viram como é feito. É interessante porque isso pode despertar neles uma vocação”.


Com 10 anos, Ana Beatriz Saraiva, uma das alunas presentes na visita, disse ter aprendido bastante com o que foi visto. “É uma oportunidade muito grande eu estar aqui”, diz ela, que afirmou querer ser jornalista e se sentou em uma das primeiras carteiras, anotando a todo o momento o que era dito. “Como eu vou participar do cinema, eu quero tentar ajudar minha professora”. 

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Texto: Giulia Vasovino, Agência JOR/Uniso

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